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Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel)

Contrato de Cessão de Uso de Imóvel

Código Civil Arts. 1.225 e 579–585 (Comodato)

Código Civil Arts. 1.225 e 579–585 — Comodato e Cessão de Uso

CLÁUSULA PRIMEIRA — DAS PARTES

CEDENTE:

Nome/Razão Social: [Nome do Cedente]

CPF/CNPJ: [CPF/CNPJ do Cedente]

Endereço: [Endereço do Cedente]

Relação com o cessionário: [Relação com o Cessionário]

CESSIONÁRIO:

Nome/Razão Social: [Nome do Cessionário]

CPF/CNPJ: [CPF/CNPJ do Cessionário]

Endereço: [Endereço do Cessionário]

CLÁUSULA SEGUNDA — DO IMÓVEL CEDIDO

O CEDENTE cede ao CESSIONÁRIO o direito de uso do imóvel descrito a seguir, para a finalidade indicada, nas condições deste instrumento:

Endereço: [Endereço do Imóvel]

Matrícula no CRI: [Matrícula no CRI]

Área: [Área do Imóvel]

Descrição: [Descrição do Imóvel]

Finalidade autorizada: [Finalidade do Uso]

CLÁUSULA TERCEIRA — DA NATUREZA E DO PRAZO DA CESSÃO

Natureza da cessão: [Natureza da Cessão].

Contraprestação: [Contraprestação].

Prazo: [Prazo da Cessão], com início em [Data de Início] e término em [Data de Término].

CLÁUSULA QUARTA — DAS OBRIGAÇÕES DO CESSIONÁRIO

O CESSIONÁRIO se obriga a:

I

Usar o imóvel exclusivamente para a finalidade indicada neste instrumento, sob pena de rescisão imediata da cessão;

II

Conservar o imóvel no estado em que o recebeu, realizando as manutenções ordinárias de conservação necessárias à preservação do bem;

III

Não subceder, sublocar ou transferir o direito de uso a terceiros sem autorização prévia e por escrito do CEDENTE;

IV

Pagar pontualmente as despesas de consumo (água, energia elétrica, gás) e o IPTU (se convencionado) durante o período da cessão;

V

Comunicar ao CEDENTE, no prazo de 48 horas, qualquer dano estrutural ao imóvel que exija reparo urgente;

VI

Restituir o imóvel ao CEDENTE ao final do prazo no estado de conservação previsto no laudo de vistoria inicial (Anexo I).

Benfeitorias: [Cláusula de Benfeitorias].

CLÁUSULA QUINTA — DA RESCISÃO E DA RESTITUIÇÃO DO IMÓVEL

O CEDENTE poderá rescindir a presente cessão de uso a qualquer tempo se necessitar urgente e imprevistamente do imóvel (Art. 581 do Código Civil), mediante notificação ao CESSIONÁRIO com o prazo de antecedência estabelecido neste contrato.

A rescisão por descumprimento de obrigação pelo CESSIONÁRIO é imediata, independentemente de aviso prévio.

Em caso de recusa do CESSIONÁRIO em devolver o imóvel ao término do prazo ou após a notificação de rescisão, o CEDENTE poderá ingressar com ação de reintegração de posse (Art. 560 do CPC/2015), com pedido liminar.

CLÁUSULA SEXTA — DO FORO

As partes elegem o foro da Comarca onde se situa o imóvel para dirimir quaisquer controvérsias decorrentes deste instrumento.

E por estarem assim justas e contratadas, as partes assinam o presente instrumento em 2 (duas) vias de igual teor e forma, na presença de 2 (duas) testemunhas.

[Cidade de Assinatura], [Data de Assinatura]

Cedente

________________

Signature

Cessionário

________________

Signature

Testemunha 1

________________

Signature

Testemunha 2

________________

Signature

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What Is a Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel)?

Contrato de Cessão de Uso de Imóvel no Brasil é o instrumento jurídico que formaliza a transferência do direito de usar bem imóvel — seja de forma gratuita (comodato — Arts. 579 a 585 do Código Civil) ou onerosa (cessão de uso remunerada — distinta da locação regulada pela Lei 8.245/1991) — do cedente (proprietário ou titular do direito) ao cessionário (beneficiário do direito de uso), nos termos dos Arts. 1.225 e 565 a 578 do Código Civil.

A cessão de uso de imóvel distingue-se da locação em aspectos relevantes: (a) Na cessão de uso gratuita (comodato), não há pagamento de aluguel — o cessionário tem o direito de usar o imóvel sem contraprestação financeira ao cedente (Arts. 579 a 585 do CC). O comodato é contrato gratuito e unilateral — gera obrigações apenas para o cessionário (comodatário), que deve conservar o imóvel e restituí-lo ao cedente ao final do prazo. (b) Na cessão de uso onerosa (com pagamento), há distinção doutrinária e jurisprudencial em relação à locação: a locação é regulada pela Lei 8.245/1991 (Lei do Inquilinato) e confere ao locatário proteções legais específicas (estabilidade, renovatória, preferência na compra); a cessão de uso onerosa, quando instrumentalizada como cessão (não como locação), pode ter regime jurídico distinto — aplicando-se o Código Civil e não a Lei do Inquilinato, especialmente em situações entre empresas relacionadas, concessões públicas ou cessões especiais.

O Art. 1.225 do Código Civil lista os direitos reais sobre coisas alheias — entre eles, o direito de uso (Art. 1.412 do CC), que confere ao usuário o direito de usar a coisa imóvel e perceber os frutos necessários ao atendimento de suas necessidades e de sua família, sem exploração econômica. O direito de uso é constituído por escritura pública e registrado no CRI para ter efeitos erga omnes. A cessão de uso por contrato (sem constituição de direito real) é mais simples — não requer registro no CRI — mas produz apenas efeitos inter partes (entre cedente e cessionário).

A cessão de uso de imóvel entre empresas do mesmo grupo econômico (empresas relacionadas, coligadas ou controladas — Art. 1.097 do CC) é comum na estruturação imobiliária corporativa: a empresa proprietária do imóvel cede o uso a outra empresa do grupo por contrato de cessão, sem transferência de propriedade e sem as implicações tributárias da locação entre partes relacionadas (IRPJ/CSLL, dedutibilidade do aluguel, preço de transferência — Art. 23 da Lei 9.430/1996). A Receita Federal do Brasil (RFB) fiscaliza as cessões de uso gratuitas entre empresas relacionadas para verificar se não há simulação de cessão para evitar o pagamento de IRPJ sobre aluguel ficto (Art. 23, §2º da Lei 9.430/1996). A forms-legal.com disponibiliza este modelo de Contrato de Cessão de Uso de Imóvel para formalizar cessões gratuitas e onerosas de imóveis residenciais e comerciais no Brasil, com indicação das diferenças tributárias em relação à locação.

When Do You Need a Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel)?

Contrato de Cessão de Uso de Imóvel no Brasil é necessário em diversas situações em que o titular do imóvel deseja transferir o direito de uso sem alienar a propriedade e sem submeter a relação ao regime da Lei do Inquilinato.

O Contrato de Cessão de Uso de Imóvel é necessário quando pais cedem o uso de imóvel a filhos gratuitamente — situação de comodato familiar muito comum no Brasil, em que os pais permitem que os filhos (especialmente jovens casados) morem em imóvel de sua propriedade sem pagar aluguel. O comodato familiar, formalizado por contrato, protege os cedentes (pais) garantindo o direito de reaver o imóvel quando necessário — por exemplo, quando precisarem do imóvel para moradia própria ou para venda. Sem contrato formal, o comodatário pode alegar posse ad usucapionem (posse para fins de usucapião — Art. 1.238 do CC) se permanecer no imóvel por tempo suficiente sem oposição.

O contrato é necessário quando empresas cedem o uso de imóvel comercial a parceiros, fornecedores ou empresas relacionadas sem intenção de receber aluguel ou com aluguel simbólico. A formalização do contrato de cessão delimita o prazo de uso, as condições de manutenção do imóvel e o procedimento de devolução — evitando disputas sobre o direito de uso ao término da relação comercial.

O Contrato de Cessão de Uso de Imóvel é necessário quando associações, fundações, organizações da sociedade civil (OSCs) e entidades sem fins lucrativos recebem o uso de imóveis cedidos por pessoas físicas ou jurídicas para exercício de suas atividades (sede social, escola, hospital filantrópico, templo). A cessão de uso a entidades sem fins lucrativos pode gerar benefícios fiscais ao cedente em alguns estados — verificar a legislação tributária estadual do IPTU (alguns municípios concedem redução de IPTU para imóveis cedidos a entidades beneficentes).

O contrato é necessário quando o poder público cede o uso de imóvel público a particulares — por meio de Termo de Cessão de Uso (TCU) para entidades sem fins lucrativos ou Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU — Decreto-Lei 271/1967) para fins de regularização fundiária (REURB — Lei 13.465/2017). O CDRU é especialmente utilizado pelo governo federal, estadual e municipal para ceder terras para construção de habitação de interesse social em programas como o antigo Minha Casa Minha Vida (MCMV — Lei 11.977/2009) e o atual Casa Verde e Amarela (CVA — Lei 14.118/2021), administrado pela Caixa Econômica Federal.

What to Include in Your Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel)

Contrato de Cessão de Uso de Imóvel válido no Brasil deve conter os elementos essenciais que identificam as partes, o imóvel, as condições de uso e os direitos e obrigações do cessionário, conforme o Código Civil e a finalidade da cessão.

Identificação das Partes — Cedente e Cessionário: Qualificação completa do cedente (titular do direito de propriedade ou do direito real sobre o imóvel — nome, CPF/CNPJ, RG, estado civil, profissão, endereço) e do cessionário (quem recebe o direito de uso — nome, CPF/CNPJ, RG, estado civil, profissão, endereço). Para comodato familiar, indicar o parentesco entre cedente e cessionário. Para cessões entre empresas, indicar a relação societária (empresa controladora, controlada, coligada, parceira).

Identificação e Descrição do Imóvel: Descrição precisa do imóvel cedido — endereço completo, número da matrícula no CRI, inscrição do IPTU, área total em m², área construída em m², e descrição das benfeitorias e instalações incluídas na cessão. Indicar a finalidade de uso autorizada pela cessão — residencial, comercial, filantrópico, institucional. Para cessões parciais (parte do imóvel), delimitar com precisão a área cedida — por meio de planta ou memorial descritivo.

Prazo da Cessão: Indicar se a cessão é por prazo determinado (com data de início e data de término) ou por prazo indeterminado. Para cessões entre familiares, o prazo indeterminado é comum — o cedente pode reaver o imóvel mediante notificação com prazo razoável (para o comodato por prazo indeterminado, o Art. 581 do CC prevê que o cedente pode requerer a restituição a qualquer tempo, mas o cessionário tem direito ao prazo suficiente para desocupação — geralmente interpretado pelos tribunais como 30 a 60 dias de prazo para desocupação após a notificação). Para cessões empresariais, o prazo determinado com renovação automática ou cláusula de rescisão motivada é mais adequado.

Gratuidade ou Remuneração da Cessão: Para comodato (gratuito — Art. 579 do CC): indicar expressamente que a cessão é gratuita, sem pagamento de aluguel ou contraprestação financeira. O cedente não pode cobrar pelo uso do imóvel no comodato — qualquer pagamento descaracteriza o comodato e pode transformar a relação em locação, sujeitando-a à Lei 8.245/1991. Para cessão onerosa: indicar o valor da retribuição, a forma e o prazo de pagamento.

Obrigações do Cessionário: O cessionário deve: (a) usar o imóvel conforme a finalidade definida no contrato; (b) conservar o imóvel no estado em que o recebeu, realizando as manutenções de conservação ordinária; (c) não sublocar, subceder ou transferir o direito de uso a terceiros sem autorização escrita do cedente; (d) pagar as despesas de consumo (água, energia, gás) e os tributos incidentes sobre o uso do imóvel (IPTU — se contratualmente convencionado); e (e) restituir o imóvel ao cedente ao final do prazo no estado de conservação definido no laudo de vistoria inicial. A forms-legal.com disponibiliza este modelo de Contrato de Cessão de Uso de Imóvel com as cláusulas de finalidade, prazo, conservação e restituição exigidas pelo Código Civil para a validade do comodato e da cessão onerosa no Brasil.

How to Fill Out Your Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel)

Para preencher corretamente o Contrato de Cessão de Uso de Imóvel no Brasil, defina previamente a natureza jurídica da cessão (gratuita ou onerosa), o prazo e as obrigações das partes.

Definição da Natureza da Cessão — Comodato ou Cessão Onerosa: Antes de preencher o formulário, decida se a cessão é gratuita (comodato — Art. 579 do CC) ou onerosa (com pagamento de contraprestação). Se for gratuita entre familiares, indique expressamente no campo correspondente que a cessão é a título gratuito e que não há aluguel ou contraprestação financeira. Se for onerosa (entre empresas ou com contraprestação simbólica), indique o valor convencionado — mesmo que seja R$ 1,00 simbólico para fins de formalização — e a forma de pagamento.

Implicações Tributárias da Cessão Gratuita a Pessoa Física: Quando o cedente é pessoa jurídica (empresa) e o cessionário é pessoa física sócia ou administrador da empresa, a Receita Federal pode equiparar a cessão gratuita a rendimento indireto do beneficiário — configurando distribuição disfarçada de lucros ou benefício em espécie sujeito ao IRPF. O Art. 23, §2º da Lei 9.430/1996 determina que a cessão gratuita de bem imóvel por pessoa jurídica a pessoa física equiparada gera receita ficta de aluguel para fins de IRPJ e CSLL. Consulte o departamento contábil ou advogado tributarista antes de formalizar cessão gratuita entre empresa e sócios.

Implicações Tributárias da Cessão Gratuita entre Pessoas Físicas Familiares: A cessão gratuita de imóvel entre pais e filhos (comodato familiar) não gera IRPF para nenhuma das partes — não há transferência de propriedade e não há renda para o cessionário. Porém, o cedente (pai) não pode deduzir do IRPF nenhum custo relacionado ao imóvel cedido gratuitamente a familiar, pois não há renda de aluguel a compensar. A cessão gratuita por prazo superior a 1 ano deve ser declarada no IRPF do cedente na ficha de Bens e Direitos, com indicação do cessionário.

Laudo de Vistoria do Imóvel: Elabore laudo de vistoria do imóvel com fotos datadas antes da entrega ao cessionário — documento que serve de referência para verificar o estado do imóvel na devolução. Para comodato de longa duração (5 a 10 anos), o laudo inicial é fundamental para distinguir desgaste natural do uso dos danos causados pelo cessionário. Registre o estado de conservação de pisos, paredes, esquadrias, instalações hidráulicas e elétricas, e eventuais benfeitorias ou equipamentos incluídos na cessão.

Common Mistakes to Avoid in Your Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel)

Na cessão de uso de imóvel no Brasil, erros frequentes comprometem a recuperação do imóvel pelo cedente ou geram implicações tributárias indesejadas.

Não formalizar o comodato por escrito: O principal erro no comodato familiar é a entrega verbal do imóvel ao familiar sem qualquer documento escrito. Após anos de uso do imóvel pelo familiar, o cedente pode enfrentar dificuldade para recuperar o imóvel — o familiar pode alegar posse mansa e pacífica (para fins de usucapião — Art. 1.238 do CC) ou posse com ânimo de dono, especialmente se tiver realizado benfeitorias no imóvel. O contrato escrito (instrumento particular é suficiente) documenta a natureza jurídica da cessão (comodato gratuito), o reconhecimento da propriedade pelo cessionário, e o direito do cedente de reaver o imóvel ao término do prazo ou mediante notificação.

Permitir que o cessionário realize benfeitorias sem autorização e sem cláusula de indenização: O cessionário que realiza benfeitorias voluptuárias (piscina, jardim elaborado) ou necessárias (reparos estruturais) no imóvel cedido pode reivindicar indenização pelo valor das benfeitorias ao restituir o imóvel (Art. 1.219 e 1.220 do CC). O contrato de cessão deve definir expressamente: (a) quais benfeitorias são autorizadas; (b) se o cessionário tem direito a indenização pelas benfeitorias ao final; (c) se benfeitorias não autorizadas são de propriedade do cedente ao final, sem indenização (cláusula de adesão às benfeitorias). Sem essa cláusula, disputas sobre benfeitorias são frequentes ao final de comodatos de longa duração.

Não prever o prazo de notificação para devolução no comodato por prazo indeterminado: O Art. 581 do CC permite ao comodante reaver o imóvel a qualquer momento se necessitar urgentemente — mas o cessionário tem direito ao prazo suficiente para desocupação. Na ausência de prazo contratual, os tribunais costumam conceder de 30 a 90 dias de prazo para desocupação. O contrato deve definir expressamente o prazo de notificação para devolução no caso de comodato por prazo indeterminado — recomenda-se 30 a 90 dias —, o que evita a necessidade de ação judicial para determinar o prazo adequado.

Ignorar as implicações tributárias da cessão gratuita por pessoa jurídica: Quando empresa cede imóvel gratuitamente a sócio ou a empresa relacionada, a Receita Federal pode autuar por omissão de receita (aluguel ficto — Art. 23 da Lei 9.430/1996), exigindo o IRPJ e a CSLL sobre o valor de mercado do aluguel que deveria ter sido cobrado. Para evitar autuação, a cessão deve ser formalizada com valor de mercado (aluguel compatível com o mercado) ou ser estruturada como cessão a título gratuito com motivação empresarial documentada (por exemplo, cessão a filial para implantação de unidade de negócio, com contraprestação indireta).

Sources & Citations

Statutory citations link to official government sources.

  1. Art. 581 do CCBR official
  2. Art. 579 do CCBR official
  3. Art. 580 do CCBR official
  4. Art. 582 do CCBR official
  5. Art. 560 do CPCBR official

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Forms Legal. (2026). Property Use Assignment Contract Brazil (Cessão de Uso de Imóvel) (Brazil) [Legal document template]. Forms Legal. https://forms-legal.com/brasil/real-estate/property/property-use-assignment-contract-brazil

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