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Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com

Comodato Empresarial

CONTRATO DE COMODATO EMPRESARIAL

Regido pelos Arts. 579 a 585 do Código Civil (Lei 10.406/2002)

1. PARTES

COMODANTE (quem empresta): [Nome Comodante], inscrito(a) no CNPJ/CPF sob o nº [CNPJ/CPF Comodante], com endereço em [Endereço Comodante], doravante denominado COMODANTE.

COMODATÁRIO (quem recebe em empréstimo gratuito): [Nome Comodatário], inscrito(a) no CNPJ/CPF sob o nº [CNPJ/CPF Comodatário], com endereço em [Endereço Comodatário], e-mail [E-mail Comodatário], doravante denominado COMODATÁRIO.

As partes celebram o presente Contrato de Comodato Empresarial, regido pelos Arts. 579 a 585 do Código Civil (Lei 10.406/2002), sendo o comodato modalidade de empréstimo gratuito de bem infungível para uso temporário, com obrigação de devolução da coisa emprestada.

2. OBJETO DO COMODATO

2.1. O COMODANTE cede gratuitamente ao COMODATÁRIO, a título de comodato, o seguinte bem:

[Descrição Bem]

2.2. Valor de mercado do bem: [Valor Bem].

2.3. Estado de conservação na entrega: [Estado Conservação]. As partes declaram que realizaram vistoria do bem na data de entrega, formalizando o estado mediante Termo de Entrega e Recebimento assinado por ambas.

2.4. Finalidade do uso: [Finalidade Uso]. O COMODATÁRIO não poderá ceder, sublocar, arrendar ou emprestar o bem a terceiros sem autorização prévia e escrita do COMODANTE.

3. PRAZO E DEVOLUÇÃO

3.1. O comodato inicia-se em [Data Entrega] e terá vigência [Prazo Comodato].

3.2. Ao término do prazo, o COMODATÁRIO obriga-se a devolver o bem nas seguintes condições: [Condições Devolução].

3.3. Em caso de recusa de devolução, o COMODANTE poderá ingressar com ação de reintegração de posse nos termos dos Arts. 560 a 566 do CPC (Lei 13.105/2015), sendo o COMODATÁRIO responsável pelas perdas e danos decorrentes da mora na devolução, conforme Art. 582 do CC.

4. RESPONSABILIDADES DO COMODATÁRIO

4.1. O COMODATÁRIO é responsável por: (a) conservar o bem com o mesmo cuidado que teria com coisa própria (Art. 582 do CC); (b) arcar com as despesas de uso e conservação ordinária; (c) responsabilidade pela manutenção: [Responsabilidade Manutenção]; (d) comunicar imediatamente ao COMODANTE qualquer dano, perda ou furto.

4.2. Contratação de seguro: [Seguro Obrigatório]. Em caso de perda total por culpa do COMODATÁRIO, este deverá indenizar o COMODANTE pelo valor de mercado indicado na Cláusula 2.2, atualizado pelo IPCA.

4.3. O COMODATÁRIO responde pelos danos causados ao bem mesmo que decorrentes de caso fortuito, se estiver em mora de restituição, nos termos do Art. 399 do CC.

5. DISPOSIÇÕES GERAIS

5.1. O presente comodato é gratuito, não gerando qualquer contraprestação financeira ao COMODANTE. Para fins fiscais, o COMODANTE não emite NF-e pela cessão gratuita, mas pode ser obrigado a emitir Nota Fiscal de Remessa (CFOP 5.949 para operações internas ou 6.949 para interestaduais) conforme orientação da SEFAZ estadual.

5.2. O comodato não transfere a propriedade do bem ao COMODATÁRIO, permanecendo o COMODANTE como proprietário durante todo o período do contrato.

5.3. Este contrato é regido pelos Arts. 579 a 585 do Código Civil (Lei 10.406/2002). As partes elegem o foro da comarca de [Cidade Contrato] para dirimir quaisquer controvérsias.

E, por estarem assim justas e contratadas, as partes assinam o presente instrumento em 2 (duas) vias.

[Cidade Contrato], [Data Assinatura].

COMODANTE: [Nome Comodante]

CNPJ/CPF: [CNPJ/CPF Comodante]

Assinatura: _________________________

COMODATÁRIO: [Nome Comodatário]

CNPJ/CPF: [CNPJ/CPF Comodatário]

Assinatura: _________________________

Testemunha 1: _________________________ CPF: _____________

Testemunha 2: _________________________ CPF: _____________

Comodante

________________

Signature

Comodatário

________________

Signature

Mantido por Vladislav Sergienko, Fundador·Modelo modificado pela última vez: ·Relatar um erro

O que é Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com

O Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com é o documento empresarial firmado no Brasil com base na Código Civil Arts. 579–585.

O Comodato Empresarial é amplamente utilizado no ambiente corporativo brasileiro como instrumento de distribuição comercial e fomento de vendas: fabricantes de máquinas de cartão de crédito (as maquininhas) cedem os terminais POS em comodato para os estabelecimentos comerciais; fabricantes de bebidas (Ambev, Heineken, Coca-Cola) emprestam freezers, geladeiras e chopeiras em comodato para bares, restaurantes e supermercados como estratégia de fidelização de canal; fabricantes de equipamentos médico-hospitalares cedem em comodato aparelhos de hemodiálise, ultrassonografia e monitoramento para hospitais e clínicas; e empresas de tecnologia emprestam notebooks, tablets e smartphones para empregados ou parceiros comerciais.

Do ponto de vista contábil e tributário, o comodato de bens do ativo imobilizado da empresa comodante não gera receita tributável para a comodante (pois é gratuito), mas a comodante deve continuar depreciando os bens cedidos em comodato conforme as taxas da Instrução Normativa RFB 1.700/2017 e do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/2018 — Decreto 9.580/2018). A Receita Federal do Brasil (RFB) exige que o comodato de bens entre partes relacionadas (empresas do mesmo grupo econômico) seja praticado em condições arm's length, conforme as regras de preços de transferência da Lei 14.596/2023 (nova lei de transfer pricing alinhada às diretrizes da OCDE), para evitar a descaracterização como distribuição disfarçada de lucros (Art. 464 do RIR/2018).

O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços — Art. 155, II, da CF/1988 e LC 87/1996 — Lei Kandir) tem tratamento específico para o comodato: o Convênio ICMS 81/1993 e a legislação estadual de cada unidade federativa estabelecem que a remessa de bens em comodato não configura fato gerador do ICMS (pois não há transferência de propriedade), desde que acompanhada de nota fiscal específica de remessa em comodato. O CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) para remessa em comodato é 5.908/6.908 (saída de bem cedido em comodato) e 1.908/2.908 (entrada de bem recebido em comodato de retorno). A emissão incorreta da NF-e pode gerar autuação pela SEFAZ estadual.

A forms-legal.com disponibiliza este modelo de Contrato de Comodato Empresarial para empresas que precisam formalizar o empréstimo gratuito de ativos empresariais com segurança jurídica, definição clara das responsabilidades do comodatário pela conservação do bem, e adequação às exigências fiscais da RFB e da SEFAZ.

Quando você precisa de Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com

Contrato de Comodato Empresarial no Brasil é necessário em diversas situações do cotidiano empresarial que envolvem o empréstimo temporário de ativos entre empresas ou entre empresa e pessoa física.

Para fabricantes e distribuidores que cedem equipamentos como estratégia comercial, o Comodato Empresarial é instrumento essencial: empresas de bebidas (cervejas, refrigerantes, água mineral) cedem freezers, geladeiras e expositores em comodato para pontos de venda com obrigação de exclusividade na comercialização dos produtos da comodante; empresas de café (Nespresso, Nestlé, Três Corações) cedem máquinas de café em comodato para escritórios, hotéis e restaurantes condicionadas ao consumo mínimo mensal de cápsulas ou grãos; empresas de software (SaaS) cedem notebooks e tablets em comodato para que clientes possam testar a solução antes da compra definitiva.

Para empresas que emprestam veículos da frota para empregados ou diretores, o Comodato Empresarial é necessário para formalizar o uso do veículo empresarial por pessoa física e definir as responsabilidades por danos, multas de trânsito, seguro e manutenção. O contrato de comodato de veículo entre empresa e empregado afasta o risco de caracterização do uso do veículo como salário in natura (Art. 458 da CLT) que integraria a base de cálculo do INSS e do FGTS, desde que o uso do veículo seja comprovadamente para fins de trabalho (Súmula 367 do TST — o fornecimento do veículo de uso misto — trabalho e pessoal — integra a remuneração; o veículo de uso exclusivamente profissional não integra).

Para grupos econômicos com empresas coligadas e controladas, o Comodato Empresarial é instrumento de gestão eficiente de ativos — a empresa holding ou a empresa operacional com mais ativos cede equipamentos, veículos, imóveis ou tecnologia em comodato para as empresas do grupo que deles necessitam, sem necessidade de duplicar investimentos em cada empresa do grupo. O contrato de comodato intragrupo deve observar as regras de preços de transferência da RFB e a vedação de distribuição disfarçada de lucros entre partes relacionadas.

Para entidades sem fins lucrativos (associações, fundações, ONGs — Lei 9.790/1999 — OSCIPs), o Comodato Empresarial é instrumento de parceria público-privada informal — empresas cedem espaços, equipamentos e veículos em comodato para entidades do terceiro setor como forma de patrocínio ou responsabilidade social empresarial (RSE), com possível dedução fiscal para o doador conforme a Lei de Incentivo ao Esporte (Lei 11.438/2006) e a Lei Rouanet (Lei 8.313/1991).

O que incluir no seu Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com

Contrato de Comodato Empresarial juridicamente válido no Brasil deve conter os elementos que garantam a identificação precisa do bem emprestado, as obrigações de conservação do comodatário e as condições de restituição.

Identificação das Partes: Qualificação completa da comodante — razão social, CNPJ, endereço, e representante legal com poderes de disposição dos bens (conforme o contrato social ou estatuto). Qualificação do comodatário — razão social ou nome, CNPJ ou CPF, endereço onde o bem será utilizado, e representante legal ou responsável pelo recebimento do bem.

Descrição Detalhada do Bem: Identificação precisa do bem cedido em comodato — para bens móveis: marca, modelo, número de série, número de patrimônio (para fins de controle do ativo imobilizado da comodante — NBC TG 27 — Ativo Imobilizado), estado de conservação no momento da entrega (novo, bom estado, reparado), e valor de mercado ou valor contábil do bem (para fins de seguro). Para imóveis: endereço completo, matrícula no Cartório de Registro de Imóveis, área em m², e condições de uso autorizado. Incluir laudo de vistoria ou auto de entrega assinado por ambas as partes como anexo ao contrato — indispensável para comprovar o estado do bem no início do comodato e exigir a restituição nas mesmas condições.

Prazo e Condições de Uso: Prazo do comodato — determinado (com data certa de término) ou indeterminado (até quando a comodante solicitar a devolução). Para o comodato a prazo indeterminado, o Art. 581 do Código Civil permite à comodante solicitar a devolução a qualquer momento; se o comodatário precisar do bem por necessidade imprevista e urgente, o prazo de devolução pode ser reduzido mesmo que o contrato preveja prazo determinado. Autorizar ou proibir expressamente a subcessão do bem a terceiros (sub-comodato) — o Art. 579 do CC veda a locação do bem recebido em comodato, mas o contrato pode disciplinar a subcessão ou o empréstimo a terceiros.

Obrigações do Comodatário: Conforme os Arts. 582 e 583 do Código Civil: (a) conservar o bem emprestado como se fosse seu, realizando a manutenção preventiva ordinária; (b) não usar o bem em finalidade diversa da prevista no contrato (ex.: equipamento cedido para fins de produção não pode ser usado para fins particulares do representante da empresa comodatária); (c) arcar com as despesas ordinárias de conservação (combustível, lubrificante, filtros, consumíveis) — o Art. 584 do CC impede o comodatário de reter o bem por despesas de conservação, mas pode pedir reembolso judicial das despesas extraordinárias; (d) restituir o bem ao término do prazo no mesmo estado em que o recebeu, salvo desgaste normal pelo uso (Art. 582 do CC); (e) comunicar imediatamente à comodante qualquer dano ou furto do bem.

Responsabilidade por Danos e Seguro: O comodatário responde pelos danos ao bem causados por culpa (negligência, imprudência, imperícia) ou dolo (Art. 186 do CC). Para bens de alto valor (veículos, maquinários, equipamentos médicos, tecnologia), o contrato deve exigir que o comodatário contrate ou mantenha apólice de seguro do bem, com a comodante como beneficiária principal, durante toda a vigência do comodato. O comodatário deve fornecer comprovante de apólice vigente como condição de entrega do bem, e renovar a apólice antes do vencimento com comunicação imediata à comodante. A forms-legal.com disponibiliza este modelo de Comodato Empresarial com todas as cláusulas essenciais para proteção do patrimônio da empresa comodante.

Obrigações Fiscais: O contrato deve incluir cláusula estabelecendo que: (a) a remessa do bem em comodato será acompanhada de NF-e com CFOP 5.908/6.908 (remessa em comodato) e destaque informativo do ICMS quando aplicável pela legislação estadual; (b) a devolução do bem será acompanhada de NF-e com CFOP 1.908/2.908 (retorno de comodato); (c) o comodatário não tem direito de crédito de PIS, COFINS ou ICMS sobre o bem recebido em comodato, pois não há aquisição de mercadoria. A emissão das notas fiscais nos CFOPs corretos é obrigação fiscal da empresa remetente (comodante) e da empresa destinatária (comodatária na devolução).

Como preencher seu Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com

Para preencher corretamente o Contrato de Comodato Empresarial no Brasil usando o formulário da forms-legal.com, siga as orientações abaixo.

Dados das Partes: Informe a razão social exata da comodante e do comodatário conforme o CNPJ (consultar em Receita Federal — cnpj.receita.fazenda.gov.br), o CNPJ completo com pontuação, e o nome e cargo do representante legal autorizado a assinar o contrato. Verifique se o representante tem poderes de disposição de bens no contrato social ou estatuto — para bens de alto valor, a autorização dos demais sócios pode ser necessária conforme as regras do contrato social (Art. 1.061 do CC — gerência da sociedade).

Descrição do Bem: Seja o mais detalhado possível — inclua todas as informações que permitam identificar univocamente o bem (número de série, número de patrimônio, número de chassi para veículos, matrícula para imóveis). Especifique o estado de conservação: 'bom estado de conservação, com desgaste normal de uso, conforme laudo de vistoria em anexo' — o laudo de vistoria fotográfico é o instrumento mais importante para comprovar o estado do bem na entrega e exigir restituição nas mesmas condições.

Finalidade do Uso: Especifique para que finalidade o comodatário pode usar o bem — 'para uso exclusivo na operação comercial do comodatário, vedado o empréstimo ou uso por terceiros'. Essa cláusula evita que o comodatário empreste ou alugue o bem cedido em comodato para terceiros, o que descaracterizaria o contrato e geraria responsabilidade fiscal (sublocação de bem recebido em comodato pode configurar fato gerador do ISS municipal para o comodatário).

Prazo e Restituição: Para comodatos por prazo determinado, informe a data exata de término. Para comodatos por prazo indeterminado, defina o prazo mínimo de antecedência do aviso de devolução (ex.: 30 dias). Inclua cláusula de multa por retenção indevida do bem após o término do prazo ou após a notificação de devolução — a multa diária deve ser equivalente ao valor de mercado da locação do bem dividido por 30 dias, multiplicado pelo número de dias de atraso na devolução.

Seguro: Para bens com valor superior a R$ 10.000,00, exija apólice de seguro obrigatória do comodatário com a comodante como beneficiária. Especifique: seguradora aceita, coberturas mínimas (roubo, danos por acidente, danos elétricos para equipamentos), valor mínimo da apólice (igual ao valor de mercado do bem), e prazo de comunicação da renovação da apólice (ex.: até 30 dias antes do vencimento).

Erros comuns a evitar no seu Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com

Na formalização de Contratos de Comodato Empresarial no Brasil, erros frequentes comprometem a proteção patrimonial da comodante e geram passivos fiscais inesperados.

Não elaborar laudo de vistoria do bem na entrega: O erro mais comum no comodato empresarial é entregar o bem sem documentar fotograficamente e por escrito o seu estado de conservação no momento da entrega. Sem laudo de vistoria assinado pelo comodatário na entrega, a comodante não tem como provar que o bem foi entregue em bom estado e o comodatário pode alegar que os danos existiam antes do comodato. O laudo de vistoria deve ser elaborado antes da entrega do bem, com fotografias datadas de todos os ângulos, descrição de defeitos pré-existentes, e assinatura do representante do comodatário confirmando o recebimento do bem nas condições descritas.

Não exigir o seguro do bem pelo comodatário: Para bens de alto valor (veículos, maquinários, equipamentos de TI, equipamentos médicos), a ausência de exigência de apólice de seguro pelo comodatário deixa a comodante desprotegida em caso de roubo, furto, incêndio ou danos irreparáveis ao bem. O CC responsabiliza o comodatário pelos danos culposos ao bem (Art. 582 do CC), mas a execução dessa responsabilidade pode ser lenta e incerta se o comodatário não tiver patrimônio para cobrir o valor do bem. A apólice de seguro com a comodante como beneficiária é a proteção prática mais eficiente.

Não emitir NF-e na remessa e no retorno do bem: Empresas do Simples Nacional (ME e EPP com faturamento de até R$ 4,8 milhões) frequentemente emprestam equipamentos em comodato sem emitir NF-e, desconhecendo a obrigação fiscal. A ausência de NF-e na remessa de bem em comodato (CFOP 5.908) configura infração fiscal sujeita a autuação pela SEFAZ estadual e pela RFB. Nos contratos de comodato, inclua cláusula de obrigação de emissão das NFs-e nos CFOPs corretos por ambas as partes, e mantenha cópia arquivada das NFs-e para comprovação do comodato perante o fisco.

Confundir comodato com doação ou com locação: Se a empresa recebe um valor mensal pelo uso do bem cedido em 'comodato', o contrato é na verdade uma locação — e gera obrigações fiscais de ISS municipal (se locação de bens — item 3.01 da LC 116/2003, controverso) ou não incidência de tributos (se locação de bens móveis, que o STJ decidiu não ser fato gerador do ISS). A gratuidade é elemento essencial do comodato — qualquer contraprestação, por menor que seja, descaracteriza o comodato. Se a intenção é cobrar pelo uso do bem, formalize um contrato de locação de equipamentos ou arrendamento mercantil (leasing — Lei 6.099/1974).

Fontes e Citações

As citações legais levam às fontes oficiais do governo.

  1. Art. 458 da CLTBR official
  2. Art. 579 do CCBR official
  3. Art. 584 do CCBR official
  4. Art. 582 do CCBR official
  5. Art. 186 do CCBR official
  6. Art. 580 do CCBR official
  7. Art. 108 do CCBR official

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Forms Legal. (2026). Comodato Empresarial Brasil | Modelo Gratuito de Contrato | forms-legal.com (Brasil) [Legal document template]. Forms Legal. https://forms-legal.com/pt/brasil/business/contracts/contrato-comodato-empresarial-brasil

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Perguntas Frequentes

Modelo com referências legais — Modelo modificado pela última vez em junho de 2026

Este modelo é fornecido apenas para fins informativos e não constitui aconselhamento jurídico. As leis variam de acordo com a jurisdição e mudam ao longo do tempo. Consulte um advogado qualificado para aconselhamento específico para a sua situação.Aviso legal completo

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